
Dando continuidade ao trabalho desenvolvido dentro do Projeto Didático: " Uma lenda, duas lendas, tantas lendas" do LER E ESCREVER... escolhi para fazer a leitura em voz alta para os alunos uma lenda que particularmente gosto muito... e por isso resolvi transcrevê-la abaixo:
TANABATA
Há cerca de 4.000 anos, inspirados nas estrelas Veja e Altair, os chineses criaram uma história.
Uma certa princesa chamada Orihime e o seu amado Kengyu, assim conhecidos pelos japoneses, que ao se conhecerem, dedicaram-se apenas às paixões, esquecendo-se, completamente, das suas obrigações, por esse motivo, foram transformados em duas estrelas e separados pela Via Láctea, porém permitiu-se a ambos apenas um encontro anual no sétimo dia de julho, com a ajuda dos pássaros.
Baseando-se nessa lenda, este evento foi transformado em uma festa.
Esta festa foi introduzida no Japão, há aproximadamente 1.300 anos, com o nome de Tanabata Matsuri e na cidade de Sendai é que se realiza como das mais belas e maiores manifestações do folclore oriental.
No dia do Tanabata, é costume amarrar papeletas (tanzaku) nos ramos de bambu (sassa-dake), colocados junto aos enfeites, em que as pessoas escrevem os seus pedidos, que serão realizados.
Segundo a lenda, os pedidos contidos nos tanzakus (papeletas coloridas) devem ser queimados depois de uma cerimônia xintoísta, para que os desejos sejam ouvidos pela princesa Orihime e pelo pastor Kengyu.
Fonte: ACENBA - Escola de Língua Japonesa de Bastos.
Para quem se interessar há um livro falando sobre a lenda que indico aqui:

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