sexta-feira, 29 de abril de 2011

Texto: O formigueiro












É fácil se admirar com o funcionamento de um formigueiro.Parece um exemplo da equipe perfeita.Cada formiga completamente adaptada à sua função.Focada para determinada tarefa. E desde o nascimento, o que explica porque não existem formigas orientadoras vocacionais ou redirecionadoras de carreira. Mas isso é outra história.

Um formigueiro tem ordem, tem propósito, tem um plano de trabalho. Um exemplo perfeito para nosso dia-a-dia. Ou Não? Por outro lado, nunca se soube de uma formiga inventar algo diferente. De imaginar um processo mais fácil de estocagem de alimentos. Até onde sabemos, nenhuma formiga líder conseguiu que sua equipe de operárias trabalhasse mais contente ou satisfeita. Aí está nossa capacidade. Aí está nosso milagre...

Nós transformamos. Mudamos.Criamos.

Cada gesto, cada palavra, pode fazer o maior impacto na vida do ser humano ao nosso lado. Para o bem e para o mal. É de nossa responsabilidade dar o máximo de nós todos os dias, para assim afetarmos as pessoas apenas de maneira positiva. Apenas para o bem. Assim, todos crescem. Do contrário, ficaremos estacionadas, perdendo oportunidades. E não seremos mais que formigas.

Fonte: Texto usado em HTPC durante um replanejamento na EE Dr. Irineu Büller Almeida de Bastos - SP. (31/07/2006)

domingo, 24 de abril de 2011

Lenda da Tanabata



Dando continuidade ao trabalho desenvolvido dentro do Projeto Didático: " Uma lenda, duas lendas, tantas lendas" do LER E ESCREVER... escolhi para fazer a leitura em voz alta para os alunos uma lenda que particularmente gosto muito... e por isso resolvi transcrevê-la abaixo:

TANABATA

Há cerca de 4.000 anos, inspirados nas estrelas Veja e Altair, os chineses criaram uma história.

Uma certa princesa chamada Orihime e o seu amado Kengyu, assim conhecidos pelos japoneses, que ao se conhecerem, dedicaram-se apenas às paixões, esquecendo-se, completamente, das suas obrigações, por esse motivo, foram transformados em duas estrelas e separados pela Via Láctea, porém permitiu-se a ambos apenas um encontro anual no sétimo dia de julho, com a ajuda dos pássaros.

Baseando-se nessa lenda, este evento foi transformado em uma festa.

Esta festa foi introduzida no Japão, há aproximadamente 1.300 anos, com o nome de Tanabata Matsuri e na cidade de Sendai é que se realiza como das mais belas e maiores manifestações do folclore oriental.

No dia do Tanabata, é costume amarrar papeletas (tanzaku) nos ramos de bambu (sassa-dake), colocados junto aos enfeites, em que as pessoas escrevem os seus pedidos, que serão realizados.

Segundo a lenda, os pedidos contidos nos tanzakus (papeletas coloridas) devem ser queimados depois de uma cerimônia xintoísta, para que os desejos sejam ouvidos pela princesa Orihime e pelo pastor Kengyu.

Fonte: ACENBA - Escola de Língua Japonesa de Bastos.


Para quem se interessar há um livro falando sobre a lenda que indico aqui: